Quanto menos queijo, mais queijo – Investindo na “redução” do seu negócio.

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Estamos passando por um momento de crise e as empresas vem sofrendo com a recessão, o que, consequentemente, acarreta redução de investimento.

Mas não pense você que este é um problema apenas das grandes empresas. Infelizmente, a crise causa impactos negativos em todos sem distinção. Empresas de pequeno e médio porte também se veem na situação de cortar investimentos nos seus negócios. E é justamente para as micro, pequenas e médio empresas que este post se destina.

– Época de “vacas magras”? Mas eu quero leite!

Pois bem, a crise estourou e de repente as empresas se veem no dilema de ter que parar os investimentos. É hora de juntar dinheiro embaixo do colchão e rezar para que retornem as “vacas gordas”.

Mas, quem disse que vaca magra não pode dar leite? Claro que pode, basta colocar as ferramentas certas nas mãos de quem tem boa vontade.

Mas, obviamente, não estamos aqui para falar de leite, estamos aqui para falar de queijo! 
Todo mundo já ouviu a velha história paradoxal do queijo suíço: “Quanto mais queijo, menos queijo” – quanto maior for seu queijo, mais furos ele terá e consequente menos queijo você vai ter. Mas o contrário também tem que valer, não?

Vamos diminuir nosso queijo para diminuir nossos buracos, assim, teremos mais queijo.

Piadinhas à parte, o que queremos mostrar neste post é que com as ferramentas corretas é possível extrair o máximo dos seus recursos diminuindo o tamanho dos buracos no seu negócio. E o melhor dessa história é que é possível obter ferramentas que atendem às necessidades, tamanho e condições financeiras de cada empresa.

Obviamente, não é intenção deste post inspirar nenhuma empresa a diminuir, a palavra redução aqui empregada diz respeito a enxugar o processo reduzindo desperdícios.

O core-business de uma empresa

Via de regra, toda empresa possui um core-business, uma atividade principal que é o seu “ganha pão”.

Uma floricultura lucra vendendo flores; uma concessionária de veículos lucra vendendo carros; uma construtora, construindo imóveis… e por aí vai. Fato é que, todo investimento em ativos para expansão de um negócio é, em geral, significativamente dispendioso.

  • Uma floricultura tem que comprar mais estufas e alugar ou comprar mais espaço para estocar as flores;
  • Uma concessionária precisa de um pátio maior, investimento em estoque, mais vendedores;
  • A construtora precisará de mais engenheiros, arquitetos, da aquisição de mais guindastes, andaimes, EPIs…, talvez até novas filiais em outras cidades.

Os exemplos citados acima são claramente expansões do negócio, porém, é preciso deixar claro que existem formas diferentes de investimento. Um investimento é basicamente uma ação tomada mediante algum custo com a qual se pretende obter algum lucro. Para a população em geral, é comum associar investimento de uma empresa com expansão do seu core-business, mas isto não é regra.

Pode parecer contraditório para alguns, mas é possível (e, inclusive, bastante comum) investir em “redução” do seu negócio e expandir seus lucros utilizando abordagens e paradigmas mais modernos! 

Minha empresa é muito pequena, isso não me interessa…

“ – Oi? Ouvi direito, gajo? Tenho que reduzir meu negócio? Achei que estavas a falar sério. Sou padeiro há 40 anos. Se quero mais lucro, tenho que fazer mais pães! Foi como meu pai me ensinou…”

 Veja bem, talvez sua padaria possa se beneficiar de uma redução nos processos da produção de pão e você poderá aumentar seus faturamentos! 

“ – Estás a dizer então que se eu, dono da padaria, passar a comprar menos farinha, vender alguns fornos e produzir menos pães, posso ganhar mais dinheiro? ”

 

A resposta é “Sim”, mas isso não pode ser feito de qualquer maneira. Se não bastava fechar as portas, não é mesmo? 

Precisamos de informações, dados processados que possam ajudar na tomada de decisões gerenciais da empresa e é aí que entra o investimento em TI.

Antes de mais nada, é muito importante frisar que o investimento em TI terá certamente um custo envolvido, porém, este custo, comparado com a aquisição de ativos core-business, pode ser consideravelmente menor.

“– Quão menor? ”

No caso da padaria pode equivaler ao custo de algumas fornadas de pães por mês – simplesmente assinando um app de CRM/ERP – contra a aquisição de um forno de assados industrial que passa facilmente de R$4.000 (sem contar o aumento do consumo de energia elétrica/gás).

Soma-se a isso também o fato de que, simplesmente produzir mais pães não fará com que mais pessoas vão até a sua padaria comprá-los.

Pois bem, de posse do sistema de ERP/CRM, a padaria pode, por exemplo, saber em quais épocas do mês ou do ano seus produtos têm mais saída e com isso otimizar o controle de matérias primas e produtos perecíveis, reduzindo de forma efetiva os desperdícios. Esse tipo de informação ainda pode ajudar a definir produtos como sazonais, que geram expectativa e atraem mais clientes (Ex.: dado que o preço do limão cai no fim mês, só no fim do mês haverá tortinha de limão).

O aplicativo pode ainda facilitar o acompanhamento das famosas contas “fiadas”, comum em comércios de pequeno porte, registrando de forma simples e organizada o que cada cliente deve e diminuindo o número de calotes.

Poderíamos continuar enumerando vários benefícios de se adquirir um software nesta padaria, mas, é preciso lembrar que, embora sistemas e softwares possam ser excelentes ferramentas, estes não atuam por si só, se quiser o “leite da vaca magra” tem de colocar a mão na massa se organizando, registrando as informações e colocando a criatividade para trabalhar criando estratégias de atrair e fidelizar o cliente.

O exemplo acima é sobre investimentos em uma padaria, porém, não seria difícil extrapolar este conceito – expansão ativos core-business vs. Investimento em TI – para outros segmentos de diversos tamanhos:

Corretora de seguros: Contratar mais vendedores vs. Investir em SEO – Search Engine Optimization;
Locadora de veículos: Renovação da frota vs. Programa de fidelidade no site e no aplicativo mobile;
Siderúrgica: Aquisição de novos laminadores vs. Portal web para controle de indicadores e melhoria contínua de qualidade do produto final.

Colocando na ponta do lápis, fica fácil identificar que o investimento em TI é muitas vezes apenas uma pequena fração do que seria o investimento em ativos core-business e, portanto, um investimento mais interessante em épocas de crise.

– Depois da tempestade vem a bonança

Todavia, seguindo na linha dos ditados, “Depois da tempestade vem a bonança”. Sabemos (e rezamos para) que uma hora a crise termina. Mas e quando isso acontecer?

Como sua empresa vai estar posicionada quando o tiro de largada soar novamente?

Apresentamos aqui duas possibilidades de cenário:

Primeira: Sua empresa foi conservadora, resolveu poupar e decidiu que crise é momento de guardar as economias. Seu modelo de negócio não evoluiu, não apresentou novidades, não captou novos clientes e os que tinha, migraram para propostas mais modernas e cativantes. Seus fundos de reserva ficaram estagnados e sofreram grande depreciação pelos seguidos meses de inflação descontrolada. Você está praticamente fora do jogo!

Segunda: Sua empresa pegou uma pequena parte do fundo de reserva e resolveu investir na era digital, adquiriu um sistema para melhorar o controle de suas vendas e assim identificar novas possibilidades de redução de gastos e formas de atrair novos clientes. “Roubou” a clientela das outras empresas, clientes estes que agora esperam ansiosamente receber uma notificação no celular de que o seu produto de desejo está em promoção. Fez o capital girar e sofreu menos impacto da inflação e agora que tudo está voltando ao normal, vai conseguir expandir seu negócio podendo arriscar investimentos mais arrojados. Rumo ao sucesso!

 

E ai fica a pergunta: Em qual dos dois cenários você quer estar?

 

“Ok, vc me convenceu de que devo investir na era digital, mas e aí?”

Venha conhecer o Sales Force!

 

Por: Daniel Vitorino
Revisão: Dandara Chaves

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